Quando me vi diante da dor e depois de muito tentar sozinha ouvir os conselhos e colocá-los em prática, me apaguei a quem realmente poderia me ajudar: Deus.  E nunca as orações são tão sinceras quando estamos com uma real necessidade, quando nos vemos cansados, desesperados por uma solução.

No início, por mais que eu pedisse a ajuda de Deus, eu não o ajudava. Pedia sinais, tentava me entender, entender a sua vontade, simplesmente esperava por uma resposta ou pedia para que eu tivesse forças para conseguir sair daquilo.

Porém, era mais forte imaginar que eu poderia estar tomando uma decisão errada, pois a situação poderia mudar, e eu não sabia também como seria prosseguir sem aquela pessoa que eu já estava acostumada. No meu caso, era mais forte não conseguir me controlar e olhar sua última visualização e pensar se ele já poderia estar com alguém. Hoje sei que Deus estava ali comigo, tirando a pessoa do meu caminho e me orientando ao caminho certo. 

Muitas vezes nós pedimos algo para Deus mas acabamos errando por querer tanto aquilo, que nem sempre é o melhor para gente, e quando pedimos que Deus faça a vontade Dele, no fundo do nosso coração queremos ficar com aquela pessoa porque gostamos dela, e acabamos agindo de uma forma que não conseguimos deixar Deus agir.

Até que enfim decidi pôr um fim nisso tudo, coloquei as emoções de lado e realmente entreguei nas mãos de Deus clamando desesperadamente para que Ele fizesse algo por mim porque eu não conseguia pelas minhas próprias forças. Clamei certa da decisão em meu coração, com a certeza que eu não poderia ficar mais naquela situação, eu estava determinada a receber o melhor de Deus. E assim, Ele ouviu o meu clamor…  “Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei. Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração”. (Jeremias 29:12-13)

Série: A paz de estar em par com Deus.

Texto 1/6

Texto 2: Não deixe de louvar a Deus por causa da partida de alguém que não se encaixa mais em sua vida.

COMPARTILHAR

RECOMENDAMOS


Maria Clara
Fortalezense, 23 anos, estudante de engenharia. Misturo os números com as letras, talvez porque eu goste um pouco de tudo. Amo as coisas simples e os sentimentos que elas me proporcionam como estar com a família, amigos e tomar sorvete num dia quente. O que mais busco é ser semelhante a Cristo, e refletir esse amor que um dia me alcançou.

COMENTÁRIOS